Quem nunca ouviu a máxima de que “pai rico, filho nobre, neto pobre”? Pois este ditado popular torna-se realidade, de forma muito comum, em muitas famílias e empresas familiares. Como perpetuar o patrimônio? Como proteger o patrimônio de possíveis genros e noras mal intencionados? Como garantir a boa gestão da empresa familiar se não há interesse ou mesmo aptidão dos filhos?

A resposta é simples, com um bom Planejamento Sucessório!

A passagem do controle da empresa entre gerações, inserindo filhos, netos, genros, noras, irmãos e cônjuge é uma das principais razões do insucesso empresarial e fato que, indiscutivelmente, leva aos mais incontroláveis conflitos entre os membros da família. Aliás, este é o cenário ideal para aqueles compradores de empresa que se aproveitam desta situação para a aquisição ou fusão entre empresas por preços irrisórios.

Contudo, é possível evitar tudo isso planejando a sucessão da empresa familiar levando-se em consideração a vontade de seu fundador, a cultura organizacional desenvolvida a partir dos valores e personalidade de seu fundador, a proteção empresarial e patrimonial, as condições para que cada um ocupe os cargos de gerência e receba determinados bens e, até mesmo, definir a gestão corporativa por empresas terceirizadas.

Ou seja, o Planejamento Sucessório não serve para programar a morte, mas sim planejar a vida frutificativa da família.